Luto, desespero geral, o pop perdeu o seu rei, (in) felizmente o Michael Jackson morreu.
Não sei o que enaltecer sobre essa figura, só posso me permitir às trivialidades: rei do pop, o revolucionário dos videoclipes, o imperador das coreografias, o pai dos clichês do mundo moderno, Michael Jackson é comparável ao Dia Que a Terra Parou é para os filmes de ficção científica, pois depois deles tudo virou clichê.
Muito mais que isso Michael Jackson é a prova de que o meio é cruel e corruptor, ditando um padrão excludente e altamente seletor. Por causa disso, o belo negro Jackson virou o feio branco Michael! Ninguém sabe ao certo como foi a sua transformação, muitos alegam vitiligo, coisa que pode realmente ter ocorrido; se de fato foi essa a sua causa para metamorfose vale lembrar que ele podia ter se tratado, mas não o fez. Só foi piorando fazendo milhares de plásticas para padecer mais branco e menos negro.
Não vivi a época do seu surgimento, tudo aquele estorvo que ele fez cantando com seus irmãos aquele funk e soul, depois sua emancipação e seu crescimento e amadurecimento, lotando milhares de estádios, seus discos de platina, seus hits em danceterias e boates. Apenas fui contemporâneo a sua outra época de estorvos, de suas polêmicas, de seus escândalos, das ações judiciais, das plásticas, apenas vi toda a sua decadência branca.
Demorei muito para aprender a gostar dele, nesta sexta fico até um pouco triste com isso, pois esta é a terceira vez que isso me acontece, não dar valor a um ídolo em potencial. A primeira vez que isso aconteceu foi com o Dimebag Darrell e a segunda vez foi com o Bezerra da Silva. Muito tempo após as suas mortes eu comecei a gostar deles, não sei se isso irá acontecer comigo mais naquelas épocas remotas eu não gostava nem de thrash e nem de samba, vale a pena relembra o que Einstein disse: “a mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original”.
Maldito meio corruptor, maldita Coca-Cola, maldita Barbie, maldito american way of life, maldita imposição cultural de supremacia branca! Tenho certeza de que o vitiligo nunca existiu, mas também não sei como ele ficou branco. Certas coisas é melhor não entender, mas a grande questão é que ele quis virar branco, porque deve ter achado que como um negro ele não conseguiria nada, acho isso bobagem. Nessas horas que sinto vergonha da minha cor, sempre maltratando, arranjando desculpas esfarrapadas, sempre dominando, a única que vez que o branco foi dominado foi no Haiti, salve Toussaint L’Ouverture! Mas este fora um caso isolado e que até agora nunca mais se repetiu, que pena.
Acho que minhas lágrimas não farão muita falta, até porque muitas pessoas vão chorar muito por ele, um gordo a menos não vai fazer falta. Até porque nessa vai vir àquela onda de fundações de apoio aos fans carentes de Michael Jackson, entre outras coisas assim; e nessa todo mundo vai esquecer do mundo pelo luto e nisso o Rio Negro vai continuar a transbordar, o Irã só vai piorar, conflitos vão rolar e ninguém há de noticiar, de falar! Esse é o grande problema da morte das grandes estrelas, a supernova que elas fazem pós as suas mortes.
sábado, 4 de julho de 2009
A Violentada Violeta Roxa E A Abelha Viril
Não fazia nada naquele momento, típica coisa que trabalhadores e estudantes fazem nos feriados. Estava parado encarando o monitor do micro como se ele tivesse as respostas para o meu problema, falava com uma meia dúzia de duas pessoas pela internet e escutava um jazz, desse meu dilema surgiu uma fome em mim, tinha acordado a pouco já soavam as badaladas do almoço e eu ainda não havia tido o meu desjejum. Foi por causa disso que eu resolvi ir até a cozinha pegar uma barra de chocolate para comer.
Ainda não tinha comido o meu primeiro pedaço do chocolate, estava pondo a Coca no copo, e curtindo o jazz que vinha do além, estava olhando para fora da janela pela janela, mas estava eu na pia. Olhava para as plantas da cozinha, me encaminhava para a janela para olhar a grandessíssima grandeza de um céu de feriado, quando me deparei com uma abelha no meio do meu caminho. Assustei-me, dei uns passos para traz, voltei a pia peguei o segundo ou terceiro pedaço de chocolate e comecei a observar a abelha.
Ela não queria fazer mal a mim, estava apenas seduzindo ou sendo seduzida pela violeta roxa, até agora não compreendi. Estava numa boa posição comendo chocolate e bebendo Coca e vendo uma abelha tentando pegar o pólen da violeta, talvez para uma possível polinização, ou para fazer mel mesmo, realmente não entendo desse campo da botânica e da apicultura. Sou apenas um vouyer em potencial fazendo teses e estipulando fatos.
Realmente a cena fora engraçada, eu meio que me senti o Pasolini, toda aquela penetração explícita acontecendo na violeta pela abelha, aquele sexo polinizante vital, e eu lá o gordo vouyer comendo merda e bebendo Coca. A cena fora tão perfeita que quando a música acabou a abelha se deu por vencida/satisfeita e deixou a pobre violeta roxa antes de ter tentando algo com o manjericão e com o cacto. Tive pena daquela violeta roxa, fudida e mal paga, igualzinha ao Brasil.
Ainda não tinha comido o meu primeiro pedaço do chocolate, estava pondo a Coca no copo, e curtindo o jazz que vinha do além, estava olhando para fora da janela pela janela, mas estava eu na pia. Olhava para as plantas da cozinha, me encaminhava para a janela para olhar a grandessíssima grandeza de um céu de feriado, quando me deparei com uma abelha no meio do meu caminho. Assustei-me, dei uns passos para traz, voltei a pia peguei o segundo ou terceiro pedaço de chocolate e comecei a observar a abelha.
Ela não queria fazer mal a mim, estava apenas seduzindo ou sendo seduzida pela violeta roxa, até agora não compreendi. Estava numa boa posição comendo chocolate e bebendo Coca e vendo uma abelha tentando pegar o pólen da violeta, talvez para uma possível polinização, ou para fazer mel mesmo, realmente não entendo desse campo da botânica e da apicultura. Sou apenas um vouyer em potencial fazendo teses e estipulando fatos.
Realmente a cena fora engraçada, eu meio que me senti o Pasolini, toda aquela penetração explícita acontecendo na violeta pela abelha, aquele sexo polinizante vital, e eu lá o gordo vouyer comendo merda e bebendo Coca. A cena fora tão perfeita que quando a música acabou a abelha se deu por vencida/satisfeita e deixou a pobre violeta roxa antes de ter tentando algo com o manjericão e com o cacto. Tive pena daquela violeta roxa, fudida e mal paga, igualzinha ao Brasil.
Suporte Para Pizza
Não sei o teu nome, mas sei tua função, sei o que tu és, sei para que tu serves, mas não sei o nome da tua profissão. Tu és pequeno, és de plástico branco, tens um corpo achatado e circular, não és gordo, e pode ter um buraco no meio, pode parecer com um falecido escuto português ou com um ativo krone dinamarquês. Tu te sustentas por três pernas finas e cilíndricas, teu trabalho é dos mais honestos e mais nobres do mundo, trabalho honesto mesmo, o problema é, que quem pede os teus serviços, pode ter um caráter duvidoso.
Ele acompanha o alimento mais amado do mundo, desde italianos mafiosos a policiais paulistas, não, não é a caixa da pizza! Mas sim o que há dentro dela. Não, não é a pizza! Sendo esta a mais importante, mas não menos importante do que um dos inventos mais fantásticos do homem: é aquele aparado de plástico que não deixa o queijo encostar-se à tampa da caixa, chamado genericamente pela empresa que o fabrica de suporte para pizza!
Este plasticozinho vagabundo é para algumas pessoas uma coisa vital e para outras ele nem é tão crucial. Eu não me importo muito, mas dou muito valor ao tal por ter essa função nobre e vil ao mesmo tempo, manter o apartheid entre a tampa da caixa com a pizza. Essa pessoa de boa índole, cheia de pensamentos literalmente centralizados, não deixa que a portuguesa caia de boca na calabresa, ou que as calabresas comecem um processo de expansão queijita, destituindo a sua territorialidade soberana portuguesa, literalmente chegando de ladinho na portuguesa.
Nisso tu ligas todo serelepe para a pizzaria, a atendente te atendes toda atenciosa e feliz, com sua voz sexy e sedutora, tu pedes uma calabresa gigante, ela da uma risadinha diz o preço ao mesmo tempo em que imagina coisas inapropriadas a menores de dezoito anos, você aceita, ordena, diz que vai pagar com dinheiro vivo, e esta mesma diz a você que a pizza chegara a sua residência por volta de trinta minutos; e tu ta lá: esperando a pizza, feliz e contente, botando o vinho na geladeira; nisto chega o motoboy com a divina, este não tão divino, um tanto cansado e abatido e puto da vida, este chegara rápido porque esta era a sua última entrega do dia, tu entrega-lhe o dinheiro e ele lhe entrega a pizza, você lhe deseja boa noite, fecha porta, abre a tampa da caixa da pizza e se depara com o caos, vê que a ONU não interviu pacificamente naquela guerra civil que acontecera entre as calabresas, tu ficas muito puto, mas comes, acompanhado do vinho chileno, tu acabas de comer, lavas a louça ainda com aquela sensação orgásmica, quando de repente, estoura a guerra quente em sua barriga, tu corres ao banheiro e acabas com aquilo, tomas um banho, vais dormir, tens terríveis pesadelos com a pizza, acodas puto de manhã e se indaga:
-Porque a pizza não veio com o maldito bagulinho de plástico?
Você se responde: porque Deus quis e porque a Crise quis. Nisso tu ficas mais puto, escreve esse texto em catarse, mesmo sabendo que não vai adiantar de nada o seu protesto fatídico e sabendo que isso não tem fim e que o mundo é um ouroboros, um ciclo eterno sem fim! FIM!
Ele acompanha o alimento mais amado do mundo, desde italianos mafiosos a policiais paulistas, não, não é a caixa da pizza! Mas sim o que há dentro dela. Não, não é a pizza! Sendo esta a mais importante, mas não menos importante do que um dos inventos mais fantásticos do homem: é aquele aparado de plástico que não deixa o queijo encostar-se à tampa da caixa, chamado genericamente pela empresa que o fabrica de suporte para pizza!
Este plasticozinho vagabundo é para algumas pessoas uma coisa vital e para outras ele nem é tão crucial. Eu não me importo muito, mas dou muito valor ao tal por ter essa função nobre e vil ao mesmo tempo, manter o apartheid entre a tampa da caixa com a pizza. Essa pessoa de boa índole, cheia de pensamentos literalmente centralizados, não deixa que a portuguesa caia de boca na calabresa, ou que as calabresas comecem um processo de expansão queijita, destituindo a sua territorialidade soberana portuguesa, literalmente chegando de ladinho na portuguesa.
Nisso tu ligas todo serelepe para a pizzaria, a atendente te atendes toda atenciosa e feliz, com sua voz sexy e sedutora, tu pedes uma calabresa gigante, ela da uma risadinha diz o preço ao mesmo tempo em que imagina coisas inapropriadas a menores de dezoito anos, você aceita, ordena, diz que vai pagar com dinheiro vivo, e esta mesma diz a você que a pizza chegara a sua residência por volta de trinta minutos; e tu ta lá: esperando a pizza, feliz e contente, botando o vinho na geladeira; nisto chega o motoboy com a divina, este não tão divino, um tanto cansado e abatido e puto da vida, este chegara rápido porque esta era a sua última entrega do dia, tu entrega-lhe o dinheiro e ele lhe entrega a pizza, você lhe deseja boa noite, fecha porta, abre a tampa da caixa da pizza e se depara com o caos, vê que a ONU não interviu pacificamente naquela guerra civil que acontecera entre as calabresas, tu ficas muito puto, mas comes, acompanhado do vinho chileno, tu acabas de comer, lavas a louça ainda com aquela sensação orgásmica, quando de repente, estoura a guerra quente em sua barriga, tu corres ao banheiro e acabas com aquilo, tomas um banho, vais dormir, tens terríveis pesadelos com a pizza, acodas puto de manhã e se indaga:
-Porque a pizza não veio com o maldito bagulinho de plástico?
Você se responde: porque Deus quis e porque a Crise quis. Nisso tu ficas mais puto, escreve esse texto em catarse, mesmo sabendo que não vai adiantar de nada o seu protesto fatídico e sabendo que isso não tem fim e que o mundo é um ouroboros, um ciclo eterno sem fim! FIM!
domingo, 14 de junho de 2009
Me Traumatizar
Você ainda tem que me traumatizar,
Para eu poder realizar,
Talvez uma lira sobre você.
Que talvez fale coisas belas
Ou coisas feias de você.
Basta apenas um trauma, um simples trauma,
Para eu poder padecer
A um poema a ti eu fazer!
E tu me perguntas o que seria esse traumatizar,
E eu lhe respondo:
É começar a me amar!
Para eu poder realizar,
Talvez uma lira sobre você.
Que talvez fale coisas belas
Ou coisas feias de você.
Basta apenas um trauma, um simples trauma,
Para eu poder padecer
A um poema a ti eu fazer!
E tu me perguntas o que seria esse traumatizar,
E eu lhe respondo:
É começar a me amar!
Terceira Lei De Leonardo(E A Três É "C"!)
Saia do Grajaú dia desses de manhã, como faço todos os dias, estava naquela clássica melô rotineira entre a morte, o sono, e a vida. Estava no ônibus, o recanto moderno onde o homem contemporâneo contesta sua espiritualidade e sua vida. Pois bem, como dizia, estava em estado de ameba, tendo devaneios mirabolantes sobre paquidermes rosa voadores, bem que poderia me encontrar em delirium, mas como diz o Christy Moore, só depois de quatorze pints de stout, coisa que ainda não fiz.
E o gelado ônibus ia se movimentando e as pessoas iam entrando, sentando e depois saindo, em um belo ciclo com uma bela cadência. E foi lá pelas tantas que quando eu olhava fixamente para a roleta, olhando para as pessoas que iam pagando ao trocador e sentando nos bancos, olhando a reação delas, vendo o pensamento das pessoas pensantes, vendo a aflição corriqueira em seus rostos. E eu pensando em nada e sendo vouyer sem medo de ser feliz, e de onde se menos se espera veio uma coisa.
Essa coisa foi engaçada, talvez essa cousa seja um dogma, ou talvez não. E sim uma Lei! Esta teve formulação, desenvolvimento e muita observação, passou por todo o processo científico. Talvez de primeira mão a minha Lei seja um tanto estranha, mas depois de um período introspectivo de observação e assimilação ela comece aparecer mais amigável, agradável e cômica.
Toda pessoa ao entrar no ônibus tende instintivamente a sentar no banco direito. Esta é a minha lei, a primeira Lei de Leonardo.
Já vinha percebendo algo estranho neste fato, faz um tempo, e outras pessoas pensantes também já vinham notando isso, eu apenas concretizei este facto factual fastidiante. Não quero ficar famoso por isso, só quero que aquela meia dúzia de pessoas, que viram isso, aprove a minha Lei, que saibam já de antemão que não roubei idéia de ninguém, que apenas percebi e coloquei no papel. Se estes não aceitarem a minha Lei tudo bem, ela não há de ser aceita por ninguém, apenas por mim, e se ninguém concordar, achar que eu sou um tolo e plagiador, mudarei o nome da minha Lei de primeira, para terceira, apenas por questão estilística/cabalística.
Realmente queria entender o porquê desta frequente ação humana. Isso daria tese de mestrado em sociologia, os vouyers da sociedade. A princípio porque as pessoas gostem de olhar para a calçada, coisa que só pode ser vista direita pela direita. Também pode ser pelo simples fato das pessoas se acharem poderosas se sentando a direita, com poderes ilimitados, uns autocratas, uns tiranos, uns reis, uns ditadores, com um embasamento de forte cunho liberal, quase déspotas descontraídos, achando que o estado repressor não deve ser repressor, mas sim opressor, e que os grandes males da humanidade são: a própria humanidade, a torcida do Flamengo, a África, a pobreza, a riqueza, a burguesia, a mais-valia, a menos-valia, o tudo, o nada, Deus, Krishna, Alá, ou seja, o tudo e o nada ao mesmo tempo! Mas o que é o tudo, e o que é o nada?
Eu não sei. Sei que não sei, e sei que as pessoas adoram sentar quando podem nos bancos da direta. Apenas como considerações finais: tudo depende do seu ponto de vista e da possibilidade geométrica, e a três é “c”.
E o gelado ônibus ia se movimentando e as pessoas iam entrando, sentando e depois saindo, em um belo ciclo com uma bela cadência. E foi lá pelas tantas que quando eu olhava fixamente para a roleta, olhando para as pessoas que iam pagando ao trocador e sentando nos bancos, olhando a reação delas, vendo o pensamento das pessoas pensantes, vendo a aflição corriqueira em seus rostos. E eu pensando em nada e sendo vouyer sem medo de ser feliz, e de onde se menos se espera veio uma coisa.
Essa coisa foi engaçada, talvez essa cousa seja um dogma, ou talvez não. E sim uma Lei! Esta teve formulação, desenvolvimento e muita observação, passou por todo o processo científico. Talvez de primeira mão a minha Lei seja um tanto estranha, mas depois de um período introspectivo de observação e assimilação ela comece aparecer mais amigável, agradável e cômica.
Toda pessoa ao entrar no ônibus tende instintivamente a sentar no banco direito. Esta é a minha lei, a primeira Lei de Leonardo.
Já vinha percebendo algo estranho neste fato, faz um tempo, e outras pessoas pensantes também já vinham notando isso, eu apenas concretizei este facto factual fastidiante. Não quero ficar famoso por isso, só quero que aquela meia dúzia de pessoas, que viram isso, aprove a minha Lei, que saibam já de antemão que não roubei idéia de ninguém, que apenas percebi e coloquei no papel. Se estes não aceitarem a minha Lei tudo bem, ela não há de ser aceita por ninguém, apenas por mim, e se ninguém concordar, achar que eu sou um tolo e plagiador, mudarei o nome da minha Lei de primeira, para terceira, apenas por questão estilística/cabalística.
Realmente queria entender o porquê desta frequente ação humana. Isso daria tese de mestrado em sociologia, os vouyers da sociedade. A princípio porque as pessoas gostem de olhar para a calçada, coisa que só pode ser vista direita pela direita. Também pode ser pelo simples fato das pessoas se acharem poderosas se sentando a direita, com poderes ilimitados, uns autocratas, uns tiranos, uns reis, uns ditadores, com um embasamento de forte cunho liberal, quase déspotas descontraídos, achando que o estado repressor não deve ser repressor, mas sim opressor, e que os grandes males da humanidade são: a própria humanidade, a torcida do Flamengo, a África, a pobreza, a riqueza, a burguesia, a mais-valia, a menos-valia, o tudo, o nada, Deus, Krishna, Alá, ou seja, o tudo e o nada ao mesmo tempo! Mas o que é o tudo, e o que é o nada?
Eu não sei. Sei que não sei, e sei que as pessoas adoram sentar quando podem nos bancos da direta. Apenas como considerações finais: tudo depende do seu ponto de vista e da possibilidade geométrica, e a três é “c”.
Você Só Irá Entender Após Bebe-La-Tu!
Não dá para expressar a minha felicidade! Não consigo escrever algo que preste neste estado eufórico que me encontro. Depois de dias, meses, anos, pude enfim beber uma das cervejas mais gostosas que já bebi até agora na minha vida de pequeno bebedor. Tenho certeza absoluta, e um pequeno nível de instrução para reconhecer que esta está longe de ser a melhor cerveja do mundo, mas sim um standart para as dry stouts.
Espero que você, leitor, já tenha uma noção da qual eu estou falando, se não tem falo logo, tardiamente, mas faço isso por apenas uma questão de clímax, estou falando da bela negra irlandesa Guinness. Cerveja, a qual gosto muito e que entrei quase numa epopéia de um ano para poder me deliciar com esta sinestésica negra café amarga como o bronze.
To tentando me controlar, pois se não o fizer esse texto sairá quase como um orgasmo de coelho, e o meu intuito era ser mais para o de um porco. Seriamente não sei mais o que escrever, não tenho mais palavras a dizer. E só para finalizar esse belo texto de três parágrafos regressivos digo: - BebaumaGuinnessaosomdeClancyBrothersegoze!
Espero que você, leitor, já tenha uma noção da qual eu estou falando, se não tem falo logo, tardiamente, mas faço isso por apenas uma questão de clímax, estou falando da bela negra irlandesa Guinness. Cerveja, a qual gosto muito e que entrei quase numa epopéia de um ano para poder me deliciar com esta sinestésica negra café amarga como o bronze.
To tentando me controlar, pois se não o fizer esse texto sairá quase como um orgasmo de coelho, e o meu intuito era ser mais para o de um porco. Seriamente não sei mais o que escrever, não tenho mais palavras a dizer. E só para finalizar esse belo texto de três parágrafos regressivos digo: - BebaumaGuinnessaosomdeClancyBrothersegoze!
Onomatopéias À Cabeça
Trim trim,
O relógio me desperta.
Piui, tic-tac,
O trem vem e bate a minha cabeça que aperta.
Vrum, vrum,
A moto do capeta da baixa do sapateiro.
Bang, bang,
E o tiroteio alheio do Rio de Janeiro,
Blá, blá, blá, blá, blá, blá,
Completa o professor na sua sala.
Porra!
Grito eu, pois minha cabeça estala!
O relógio me desperta.
Piui, tic-tac,
O trem vem e bate a minha cabeça que aperta.
Vrum, vrum,
A moto do capeta da baixa do sapateiro.
Bang, bang,
E o tiroteio alheio do Rio de Janeiro,
Blá, blá, blá, blá, blá, blá,
Completa o professor na sua sala.
Porra!
Grito eu, pois minha cabeça estala!
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